O presidente, Ari Alano, faz alguns comentários e questiona o jornalista Marcelo Fernandes (foto) a respeito do financiamento público de campanha e pede que faça algumas considerações sobre o tema.
Marcelo discorre sobre a matéria. Entende que são complexas as tesas contra e a favor. Dá sua opinião sobre os dois sistemas (financiamento público e privado), os dois oferecem vantagens e desvantagens, mas inclina-se pelo financiamento público. No entanto, acha que a troca, pura e simples, não atingirá seus objetivos de melhorar o sistema e deixá-lo mais justo. Antes de mudá-lo, acredita que outras modificações precisam ser feitas. Um dos destaques que faz, como premissa para chegar-se ao financiamento público, é um aperto maior sobre a fidelidade partidária, deixando os partidos mais fortes e os candidatos com menor "apetite" em ganhar simplesmente eleições.O jornalista valoriza as lutas de agora, acha que já foi feto muito, mesmo reconhecendo que na linha da história, muito pouco se avançou. No entanto, ressalta ele, fomos e ainda somos os protagonistas de nossa história e precisamos continuar lutando para que nossos bisnetos vejam e vivam num País melhor e mais justo. Ainda destacou a importância de eventos como este - que provoca a maior politização e informa os formadores de opinião, possibilitando que estes se transformem em agentes diretos da mudança e das transformações que precisamos fazer. Isso começa com os debates, os questionamentos e a participação efetiva de todos nas eleições periódicas que o País conquistou. As mudanças começam com melhores parlamentares eleitos e o permanente acompanhamento de seus mandatos.
Ao final das considerações do jornalista, houve o intervalo para o almoço oferecido a todos pela Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de SC.
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